
Sauna gay reabre em plena pandemia e gera polêmica: “não é pra transar”
Sauna gay reabre durante pandemia e gera grande polêmica ao responder os seguidores em suas redes sociais. Não é de agora que a Chilli Pepper Single Hotel, atualmente com uma unidade em São Paulo, se envolve em problemas por conta de seu posicionamento anti-LGBT, em 2018, o dono da sauna, Douglas Drumond, manifestou apoio à candidatura do atual presidente homofóbico Jair Bolsonaro em sua conta do Twitter.
Dessa vez, a controvertida reabertura da sauna gerou grande revolta entre os seguidores da conta do Instagram do estabelecimento, que questionaram sobre segurança e aglomeração gerando risco de contágio. A direção da empresa deu respostas absurdas como “não é para fazer sexo”, “O distanciamento é obrigatório” e “Estamos cumprindo os protocolos, venha nos fazer uma visita”.

Mesmo com todas as tentativas de respostas e raras defesas, a casa segue firma com a absurda abertura alegando que em determinados ambientes o contato será proibido, bem como ofertarão “apenas” 45 cabines e suítes.
O gerente da conta no Instagram passou a ameaçar de bloqueio quem questionasse a reabertura da sauna na tentativa de se defender de comentários sobre a pandemia e não demorou para virar chacota: “vão servir chá de cloroquina?” perguntou um internauta, “é pra usar álcool em gel e não lubrificante”, disse outro.
A sauna gay reabre em meio a uma das maiores discussões políticas da história da saúde pública do país, que se encontra praticamente sem leitos em hospitais para atender a pacientes de Covid-19 e, em algumas capitais, com o número crescente de infecções. Uma irresponsabilidade para quem trabalha, em especial, com o público LGBT.


