Descoberta Arqueológica Mais Importante Mostra Que Jesus Era um Homem Gay Assumido

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A descoberta histórica mais importante de todos os tempos? Jesus era gay.

Uma enchente repentina recentemente revelou uma caverna enterrada por dois mil anos na Jordânia. O conteúdo dentro dela está sendo anunciados como “talvez a mais importante descoberta da história da arqueologia”. O que seria exatamente essa descoberta revolucionária?

A caverna é um tesouro com mais de 70 livros de chumbo dias mais antigos do Cristianismo. Os pormenores dos relacionamentos de Jesus com seus discípulos são ditos com toda a certeza.

BBC diz:

Os livros, ou códices, eram aparentemente feitos de chumbo, e antes estavam presos por argolas de chumbo.

Suas folhas – que são, na maioria, do tamanho de um cartão de crédito – contêm texto em hebraico antigo, que na maioria está codificado.

Se as relíquias forem de uma antiga origem cristã ao invés de judia, então elas são de extremo significado.

Uma das poucas pessoas a ver a coleção foi David Elkington, um conhecedor de arqueologia religiosa antiga que está liderando um time britânico para tentar levar os livros de chumbo em segurança para um museu jordaniano.

Ele diz que eles poderiam ser “o maior descoberta da história cristã”, adicionando: “É de tirar o fôlego o pensamento de que nós seguramos esses objetos que podem ter sido segurados pelos primeiros santos da igreja”.

Mas o que esses códices contêm que os torna tão revolucionários? O The Guardian brinca com E Se Jesus Fosse Gay?:

A descoberta mais assustadora dos recém-descobertos códices de chumbo é que Jesus Cristo era claramente gay assumido. Ele e seus discípulos formavam um círculo de mesmo sexo, unidos pelos sentimentos de amor e respeito mútuo. Há ocorrências registradas de atividades entre o mesmo sexo – o “discípulo amado” tem um papel importante – e existe afirmação das alegrias da amizade e de viver e amar juntos.

Uma nova complexidade é dada àquela passagem já bastante enigmática onde Jesus incita seus seguidores a quebrar laços familiares: “Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14; 26). Parece claro agora que esse é menos um repúdio negativo da família e mais uma incitação positiva para se unir em afirmação de um estilo de vida gay e de amor.

Há pelo menos uma nova parábola, aquela de dois jovens. Há sinais claros do relacionamento entre Davi e Jonatas, pois Jesus fala de um jovem homem tendo sua alma “entrelaçada à alma” do outro, e amando-o “como sua própria alma”. Intrigante é a evidência de que os católicos podem estar mais próximos da verdade sobre Maria, mãe de Jesus, do que estão os protestantes. Ela tem um papel muito maior na vida de Jesus do que muitos esperavam até então, com Jesus frequentemente voltando para casa e se importando com ela.

Por outro lado, há pelo menos um novo incidente onde Jesus briga violentamente com José, que se mostra bastante hostil e faz alegações sobre “masculinidade”. Antes, as pessoas podiam pensar que, dada a virgindade de Maria, a atitude de José estava refletindo as ambiguidades de seu estado na família; mas agora parece mais provável que temos aqui um exemplo clássico do triangulo freudiano: mãe possessiva, pai hostil, filho gay.

Porque soubemos de tão pouco sobre isso antes? Uma epístola recém-descoberta, apropriadamente aos atenienses, sugere uma importante influência platônica, particularmente da república. Paulo, que teve uma educação clássica, e que era gay, viu que as atividades entre o mesmo sexo eram prejudiciais ao sucesso do cristianismo, nas sociedades altamente homofóbicas em que ele morou. Assim, carinhos e atividades entre o mesmo sexo eram escondidos, a ser conhecido e praticado apenas pelos líderes, em segredo – os guardiões do cristianismo, as pessoas diriam. Obviamente, essa é uma tradição que prosperou e durou. Não é por acaso que John Henry Newman está se tornando um santo.

Por fim, a notícia mais importante é de que nada nos códices recém-descobertos desafia de qualquer forma a mensagem essencial do cristianismo. Jesus era o Messias; ele morreu na cruz por nossos pecados; e através de sua morte e ressurreição tornou possível nossa eterna salvação. Nossa total obrigação é amar a Deus, e fazemos isso amando nossos próximos e nós mesmos. O cristianismo nunca mais será o mesmo. O cristianismo continuará exatamente como é.

Santa homossexualidade, Batman! Tudo isso traz a pergunta: O que Jesus gay faria?

Via BBC & The Guardian

(Esse artigo foi publicado originalmente em abril de 2011.)