Quantcast
Atleta argentino é agredido por “comportamento gay” e pode ficar cego Esportes

Atleta argentino é agredido por “comportamento gay” e pode ficar cego

Written by Marcio Rolim on December 06, 2017
Be first to like this.

O atleta Jonathan Castellari, de 25 anos, foi agredido no último sábado por sete pessoas simplesmente porque saiu de um restaurante dançando, segundo ele mesmo em seu twitter, o motivo seria a exibição de um “comportamento gay”.

O atleta e um amigo foram cercados e xingados ao chegarem no estacionamento para pegar o carro, no momento, Jonathan e o amigo foram abordados por sete pessoas, recebendo golpes a cabeça, sendo xingado durante as agressões, disseram em depoimento ao jornal La Nacion. O atleta foi internado com lesões no olho e pode ter de passar por uma cirurgia.

Sebastián, o amigo que o acompanhava, afirmou que tentou chamar a polícia, mas houve demora no atendimento e o caso imediatamente gerou protestos de entidades LGBT e de autoridades de Buenos Aires. Jonathan e Sebastián são atletas do Ciervos Pampas Rugby Club, equipe que nasceu há cinco anos e apoia, abertamente, as causas LGBT.

Jonathan Castellari é jogador da primeira equipe de rúgbi latino-americana e o primeiro a promover a diversidade sexual em seu país. O atleta do Ciervos Pampas Rugby Club, cujo objetivo é desenvolver a modalidade sem preconceitos e meio de promoção da igualdade publicou um comunicado da federação, que também informou que o jovem atualmente se encontra hospitalizado em consequência das lesões recebidas.

“Na Federação Argentina LGBT, já estamos os acompanhando neste momento terrível e fazendo tudo o que está ao nosso alcance para que a Justiça dê uma pronta resposta e encontre os responsáveis”, prosseguiu a entidade.  Segundo o documento, a instituição acompanhará as vítimas durante todo o processo judicial, “até que os responsáveis sejam levados ante ao júri”.

Na foto divulgada no Twitter, o jogador aparace em um leito hospitalar com feridas na região dos olhos, um dos quais está coberto de vendas, com hematomas e quase fechado: “Discriminação no trabalho, bullying na escola. Sair à rua com medo de que te ataquem, só por amar alguém do mesmo sexo”, escreveu Vivero.

Read more stories by just signing up

or Download the App to read the latest stories

Already a member? Log in
Português
  • English
  • Français
  • Español
  • ไทย
  • 繁體中文