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Vire um ‘Amigo Especial’ Destes 10 Ótimos Filmes Bissexuais Cinema

Vire um ‘Amigo Especial’ Destes 10 Ótimos Filmes Bissexuais

Written by Dave White on January 11, 2016
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Pobres bissexuais. Ninguém os entende. E nem é sua culpa. Você não pediu para estar disponível para todas as formas de amor, para ação com ambos os times. A natureza só te fez melhor. Nos filmes é pior ainda. Roteiristas adoram os dois lados: ou hetero ou homo, como muito pouco espaço entre eles. E se você é um personagem bi, então inevitavelmente você confuso, predatório, ou destrutivo. Pior ainda, uma hora você ainda tem que escolher um gênero e abrir mão do outro. É o fim. Às vezes os filmes permitem bissexuais incríveis — Ligadas pelo desejo, Rocky Horror Show, Instinto Selvagem, Cabaret, Domingo Maldito, Angelina Jolie o tempo todo em todos os filmes — mas quando você precisa de algo menos batido, tente um desses filmes.

Appropriate Behavior

Chamaram esse filme de versão Persa de Girls, e com boa razão. Ele mostra uma jovem mulher, adorável e pensativa, na cidade de Nova York. Mas a estreia autobiográfica de Desiree Akhavan sobre uma jovem de vinte-e-poucos entrando sem rumo na vida adulta é mais leve e solto do que a série da HBO, e cerca a dificuldade diária de não ser branco e não ser heterossexual. Seus instantes de absurdidade e indiferença parecem ser o que aconteceria se Broad City elegesse um prefeito bissexual e sarcástico.

Les Biches

No filme de 1968 do diretor francês Claude Chabrol, duas mulheres — Stephane Audran e Jacqueline Sassard (cujo nome de sua personagem é “Porque”) — se encontram sensualmente, então fogem para Riviera, onde ambas tem um caso com Jean-Louis Trintignant. Mas ele é só decoração de vitrine; o que as mulheres querem mesmo é a manipulação psico-sexual de uma outra pessoa nesse exercício com estilo e intriga. Não exatamente inovador, mas incrivelmente legal mesmo assim… e isso conta muito.

The Comedian

Weekend — filme de 2011 do Andrew Haigh sobre dois jovens gays que se conhecem, transam e conversam — conseguiu toda a aclamação alguns anos atrás, jogando uma sombra sobre o filme pouco visto de 2012 de Tom Shkolnik sobre um comediante de stand-up (Edward Hogg) dividido entre sua colega de quarto (Elisa Lasowski) e o namorado que ele conheceu no ônibus noturno (Nathan Stewart-Jarrett). É um filme sobre uma Londres contemporânea que o diretor inglês Richard Curtis nunca fará. Então, se você quiser, imagine o Simplesmente Amor menos Natal, menos felicidade, menos a maioria do elenco e menos pessoas ricas e o estrondo, você terá isso.

The D Train

A reunião da turma esta prestes a acontecer, então o organizador Jack Black — o perdedor do colégio que ficou na cidade, casou-se cedo e ainda não tem respeito nenhum — briga pela confirmação do cara mais popular da graduação, um ator (James Marsden) que agora mora em Los Angeles e aparece sem camisa num comercial de protetor solar. Como Black consegue a façanha? Sexualmente, é claro. E enquanto o personagem de Marsden é um bissexual inabalável, agradável e calmo, é a crise de meia-vida de Black que rouba o espetáculo, conforme ele concorda com o fato de que ele transou com um cara, e gostou.

Um Dia de Cão

Baseado num incidente real, um Al Pacino casado e com filhos tenta roubar um banco com resultados que fogem do controle. Seu cúmplice? Seu namorado (John Cazale). O motivo? Conseguir dinheiro para a mudança de sexo do namorado. O drama criminal Nova Yorkino de Sidney Lumet é ousado e essencial ao cinema dos anos 70, e o que torna esses personagens ótimos é que o filme não tem tempo para conversas de relação amorosa. Eles têm um banco a roubar. Esses são Gays de Ação, e pioneiros nisso.

O Livro de Cabeceira

Na excentricidade de 1996 de Peter Greenaway, Vivian Wu estrela como uma jovem japonesa que gosta de sexo e caligrafia. Especificamente, ela gosta de praticar caligrafia no corpo de seus amantes. Ela tenta escrever um livro e é rejeitada por um editor, mas descobre que um de seus amantes (Ewan McGregor) é bissexual e está tendo um caso com esse mesmo editor. Um plano nasce. Nunca deixe dizerem que pessoas bi não são úteis em momentos de necessidade. Também nunca deixe dizerem que o Ewan McGregor tem medo de mostrar seu pênis num filme — ele fez isso nesse, no Trainspotting e no Velvet Goldmine, outro filme nessa lista.

Score

A mais satisfatória de todas as fantasias dos adeptos de swing é realizada quanto o casal extremamente excitado Lynn Lowry e Gerald Grant seduzem suave e efetivamente o jovem casal Claire Wilbur e Calvin Culver para o que o trailer atrevido descreve como “casais misturados” e “brincadeira em quatro”. A comédia pornô de Radley Metzger de 1974, proibida para menores, é audaciosamente sem-vergonha e provavelmente responsável por mais pessoas bi-curiosas terem transado com alguém do mesmo sexo do que qualquer outro filme antes. Aviso: não assista a versão reservada de 84 minutos. Você quer a versão do diretor completa de 91 minutos.

Sex in Chains

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Sex in Chains é um filme silencioso de 1928 sobre um homem (William Dieterle, que também o dirigiu) preso por homicídio. Longe de sua mulher e miserável, ele começa uma relação com outro prisioneiro. Sem finais felizes aqui, mas é tudo muito carinhoso e comovente. Em 1928. Pensei nisso por um minuto. É um filme de 1928 e dois homens na prisão estão apaixonados ao invés de estuprando um ao outro. É isso mesmo, vá se ferrar de novo, Get Hard.

Skyfall

Tudo bem, esse não é realmente um filme bissexual. Mas aquele momento em que Daniel Craig diz ao vilão sedutor Javier Bardem, “O que te faz pensar que essa é minha primeira vez [com um cara]?” é um das partes de diálogos mais surpreendentes a sair da boca do 007. Que o icônico super-espião está quase certamente apenas brincando verbalmente de gato-e-rato é além do fato: naquele momento você não conseguiria parar de pensar em Bond fodendo caras, e isso é excelente.

Velvet Goldmine

A fantasia glamorosa de Todd Haynes é uma teia semiótica bem confusa de melancolia excitante, autodeterminação baseada em Rock ‘n’ Roll, reconstrução de memórias pesarosas e uma exploração das formas que a adoração modela e distorce as pessoas que participam dela. O enredo segue o desaparecimento misterioso de Maxwell Demon, roqueiro glamoroso ao estilo Bowie, mas o filme está, na verdade, mais interessado em conceitos, e de várias maneiras ele era simplesmente muito legal e estranho para sucesso em massa. Então o estúdio tentou vendê-lo como um assassinato misterioso e ele morreu nas bilheterias. Mas vá atrás desse e veja Christian Bale, Jonathan Rhys-Meyers e Ewan McGregor indo e saindo da cama numa satisfatória variedade de combinações.

Young Man With a Horn

Antes que a anulação do Código Hays de Hollywood permitisse personagens gays a assumirem o controle de suas próprias identidades, haviam aqueles “maneiros” como a protagonista sofisticada, intelectual e levada pela psicanálise de Lauren Bacall, fervendo o músico de Kirk Douglas, que era seu oposto (ela inveja o “trompete” dele). Nesse drama de 1950, a bissexual codificada de Bacall deveria ser trágica, interpretada contra a cantora de jazz brilhante, radiante e “normal” de Doris Day. Mas leia hoje, Bacall é a única pessoa interessante das telas. Se esse filme tivesse apenas sido feito 40 anos depois, ela teria triunfantemente esfaqueado os dois à morte antes dos créditos finais.

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