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Bispo defende teoria de que mães engravidam de crianças gays porque fazem sexo anal Escolhas do Editor

Bispo defende teoria de que mães engravidam de crianças gays porque fazem sexo anal

Written by Marcio Rolim on July 29, 2019
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Bispo defende teoria de que as mães grávidas que fazem sexo anal transferem sexualidade para os bebês e os tornam gays. Segundo o portal de notícias GayStar News, na semana passada, o Bispo Morphou Neophytos do Chipre alcançou manchetes internacionais com seus comentários controversos.

“A homossexualidade é geralmente um problema transferido para o feto, quando uma mulher grávida faz sexo anal e gosta”, disse ele. “Acontece durante a relação sexual ou gravidez dos pais. Segue-se um ato sexual anormal entre os pais. Para ser mais claro, sexo anal”.

Porphyrios diz que quando a mulher gosta disso, um desejo nasce, e então o desejo é passado para a criança e, apesar de toda a polêmica em suas afirmações, ele não se desculpa, nem volta atrás. De acordo com o Cyrpus Mail, ele respondeu à reação: “Eu expressei a posição da Igreja e a posição dos santos”.

Em uma lista de 49 países europeus classificados para os direitos LGBTI, Chipre aparece no número 33. Embora o país tenha legalizado a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo, igualdade de consentimento e inúmeras leis anti-discriminação, o Chipre fica para trás quando se trata dos direitos dos pais LGBTI.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal, juntamente com adoção de filhos adotivos e adoção conjunta por casais do mesmo sexo, acesso a fertilização in vitro para lésbicas e sub-rogação comercial para casais gays.

Chipre tornou legal as parcerias civis em dezembro de 2015, mas a Igreja Ortodoxa de Chipre se opôs fortemente ao projeto. 39 legisladores votaram a favor da Lei de Parcerias Civis, enquanto apenas 12 votaram contra e três se abstiveram.

A diretora executiva da ILGA-Europa, Evelyne Paradis, afirmou que é justo que os cipriotas gays e lésbicas esperem os mesmos direitos que todos os outros. Ela disse na época: “Casais do mesmo sexo e suas famílias são tão merecedores de proteção quanto seus amigos e vizinhos heterossexuais. Não se trata de dar a um grupo com direitos especiais, mas de reconhecer a maravilhosa diversidade de famílias que vivem na Europa.”

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