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Polícia prende suspeito de matar professor e ativista LGBT em Pernambuco Escolhas do Editor

Polícia prende suspeito de matar professor e ativista LGBT em Pernambuco

Written by Marcio Rolim on July 10, 2019
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Polícia prende suspeito de matar ativista LGBT, nesta terça-feira (9), EM Pernambuco. Segundo o portal Gay1, o professor Sandro Cipriano, de 35 anos, ativista LGBT, em Pombos, na Zona da Mata de Pernambuco, foi morto durante um assalto.

Segundo a corporação da Polícia Civil de Pernambuco, agentes cumpriram o mandado de prisão e capturaram Anderson Antônio da Silva, conhecido como Esquerdinha, apontado como autor do latrocínio, roubo seguido de morte. O mandado de prisão temporária contra Anderson Antônio foi expedido pela Comarca de Pombos. O professor desapareceu de casa no dia 27 de junho.

O corpo de Sandro foi encontrado no dia 29 de junho, na área rural da cidade, com um tiro na cabeça. O carro dele foi achado na manhã do dia 30, no Loteamento Menino Jesus, que fica às margens da BR-232, também no município de Pombos, distante 54 quilômetros do Recife.

Polícia prende suspeito
Carro do professor Sandro Cipriano foi encontrado carbonizado às margens da BR-232. (Foto: Reprodução/WhasApp)

Sandro era professor do curso de Agroecologia na ONG Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta). Há 20 anos, ele atuava dentro da organização na causa LGBT e também no campo da agricultura familiar.

No domingo (7), moradores de Pombos realizaram um protesto para pedir justiça a agilidade nas investigações do crime. Os ativistas e amigos de Sandro usaram camisas com a foto do militante assassinado e com as palavras “justiça, paz e segurança”. O protesto foi divulgado nas redes sociais com “#SandroPresente”. A mobilização dos militantes LGBT para pedir agilidade nas investigações começou logo depois da descoberta do corpo de Sandro.

No dia 1º de julho, uma comitiva participou de uma sessão na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), no Centro do Recife. Em seguida, os ativistas foram para a sede da Secretaria de Defesa Social (SDS), na capital. No dia do ato, o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, disse que o crime estava sendo investigado sob sigilo.

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