Politizando Beyoncé
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Politizando Beyoncé: São Paulo ganha nova edição do curso sobre raça, gênero e sexualidade

Politizando Beyoncé: raça, gênero e sexualidade está com nova versão em São Paulo. O impacto das últimas produções de Beyoncé foi tão expressivo que suscitou a oferta de cursos em universidades ao redor do mundo, como em Copenhage, Harvard e Rutgers. Partindo do pressuposto de que a cultura pop funciona como espelho social e político do mundo contemporâneo, o curso traz para a reflexão, tópicos relacionados à indústria cultural, à dinâmica do espetáculo e ao entretenimento, conectando-os com as clivagens raciais, de gênero e de sexualidade.

Politizando Beyoncé

“Beyoncé é um ícone POP importante, porque reedita questões ligadas às mulheres negras e as diversas minorias, como as pessoas LGBTs no contemporâneo, movendo-se sempre dentro de uma complexa galeria pós-pop. Os encontros visam desvendar seus últimos trabalhos e fazer pontes com feministas negras e queer”, explica Ali Prando, um dos criadores do curso no Brasil.

Em sua 2ª edição em São Paulo, o curso ministrado pelo blogger e pesquisador Ali Prando e a pós-doutora em teorias da comunicação Rosane Borges, faz conexões diretas entre a obra da artista à teorias tecidas por Paul Beatriz Preciado, Judith Butler, Achille Mmbembe, explorando os múltiplos aspectos da cultura pop, a estetização da política e do entretenimento, bem como pensando a insurgência de artistas dissidentes e contra-hegemônicos.

Politizando Beyoncé: Raça, Gênero e Sexualidade

Inscrições Abertas aqui no link

Galeria Metrópole – Av. São Luís, 187 – Centro – Loja 29, 2º andar – próximo ao metrô República.

Quando: 07, 14 e 21 de dezembro, as 19 horas.

Quanto: 150 reais.