Quantcast
Conheça esses 5 cantores, artistas e ativistas que você tem que seguir Web

Conheça esses 5 cantores, artistas e ativistas que você tem que seguir

Written by Danny Polaris on July 29, 2018
Be first to like this.

This post is also available in: English

Cada uma das fabulosas contas do nosso #FollowFriday apresentadas nesta semana são de estrelas em ascensão LGBTI com uma deslumbrante variedade de direções. São histórias que o guiarão não importa para onde você indo. Inspire-se!

1. @jackorourkemusic

#FollowFriday July 27 1

Não temos certeza do que é mais lindo, se é a música de Jack O Rourke ou se ele mesmo. Um cantor e compositor da Irlanda, a canção “Silence”, de O’Rourke, tornou-se um símbolo para o voto “sim” nas eleições sobre igualdade no casamento do país em 2015. E sua performance no The Late Late Show está simplesmente bombando nas redes.

O’Rourke disse ao Hornet, “Quando eu era mais jovem, costumava ser menosprezado como gay. Eu cantei com bandas de rock pesado, mas o piano sempre me chamava de volta. Eu não gosto de estereótipos ou me coloco em uma caixa, mas temas LGBTI sempre inspiraram minhas composições. Minha música é muitas vezes hard rock e blues, mas melodias etéreas sempre aparecem como o fantasma de Freddie Mercury”.

I gotta bit competitive at Port of Cork – @johnallenimages

A post shared by Jack O'Rourke (@jackorourkemusic) on

“Eu escrevi ‘Silence’ quando percebi que eu era diferente ainda aos 4 anos”, diz ele. “Pedi uma cozinha para o Papai Noel e ele me trouxe uma. Meus pais estavam à frente do tempo deles.

O último single de O’Rourke, “Myth”, sai em 28 de julho. É uma homenagem ao “I Need a Hero”, de Bonnie Tyler, com temas místicos maravilhosamente esquisitos, comparando o amante perfeito a Aquiles, Perseu e Ícaro: “A mensagem é que o ideal nem sempre funciona, mas casais de verdade podem fazer mitos e lendas através da honestidade, química e, obviamente, grandes corpos!”

2. @tete_bang

#FollowFriday July 27 2

Se você já se perguntou o que seria uma pessoa auto-intitulado “palhaça drag de escola”, não precisa ir além, basta conhecer TeTe Bang, um profissional de animação de festas da linda cidade litorânea de Blackpool, no norte do Reino Unido.

TeTe Bang usa comédia e cabaret para contar histórias que exploram o que significa ser uma feminista moderna. “Eu vim da cena alternativa burlesca, mas percebi que eu realmente não me encaixava”, ela diz ao Hornet. “Eu estava sempre ciente da minha estranheza, então as coisas realmente mudaram para mim quando eu encontrei minha tribo nas drags e na vida noturna de Londres. ”

Ao entrar no universo drag, TeTe Bang nos diz que não foi intencional: “Eu sempre usei moda e fantasia para explorar e expressar certas partes da minha própria identidade. Acontece que o palhaço kawaii que eu me tornei poderia ser descrito como um drag queen”.

? 8 years ago I moved to London. I was 19yrs old, had one months rent, no job, no friends and no back up plan. I had been drowning in depression and self loathing for many years, with a self harming problem and no way of seeing a future for myself. I came to London to find community, to find a place where I could see myself having a healthy, happy future and living around a family who would accept me for who I truly am. I love London with all my heart, she saved me and gave me a home and a space to explore and grow into the woman I am becoming. Drag gave me the release I needed from myself and since starting I haven’t self harmed in over 5 years, it also gave me the family and community I had been longing for ? thank you @janklos_photo for the gorgeous images of me at home ? #queensathome #drag #portrait #photography #mystruggle #queer #identity #pride #kawaii #pink #face

A post shared by TeTe Bang (@tete_bang) on

“Ser uma mulher LGBTI pode ser realmente confuso, e o mundo drag me dá um espaço para explorar meu gênero e me criar como showgirl de super-herói que eu sempre quis ser”, diz Bang.

Adoramos as cores loucas, carisma e sorriso dessa rainha que iluminam qualquer espaço em que ela apareça. Ela se apresenta em todo o Reino Unido e na Europa, então fique de olho em seu feed para as próximas datas e shows.

3. @linndaquebrada

 #FollowFriday July 27 3

Linn da Quebrada é um ícone trans para pessoas LGBTI no Brasil e do mundo. Ela é uma artista e performer multimídia que usa a música para quebrar normas sexuais, de gênero e corporais, seja qual for e onde quer que esteja.

Seu álbum de estréia, Pajubá, foi lançado em outubro passado. É um álbum de “afro-funk-vogue”, com uma variedade espetacular de gêneros musicais, com tudo, desde música eletrônica até batidas do gueto.

As letras de Linn da Quebrada lançaram uma luz sobre a comunidade diversa brasileira, lutando contra qualquer um que tentasse oprimi-las.

bem feita ela ✨??‍♀️

A post shared by Linn da Quebrada (@linndaquebrada) on

Ela nos diz: “Eu ponho o masculino longe do centro e dou o meu foco total para corpos femininos e seus desejos.”

Adoramos a mistura de glamour, humor e humildade no feed do Instagram da nossa maravilhosa Linn da Quebrada.

4. @collectivesex

#FollowFriday July 27 4

O collectivesex estabeleceu-se no curso de uma missão poderosa: “descolonizar histórias LGBTI e femme sobre sexo, corpo, amor e cura através da produção de mídia radical e a criação de espaços comunitários corajosos”.

É um coletivo de cineastas, contadores de histórias e organizadores de comunidades que celebram todos os aspectos de uma mistura deliciosamente diversificada de identidades femininas, femme, trans e migrantes.

O collectivesex nos diz: “Nosso processo criativo é alegre, não-binário, curativo e colaborativo. Isto é o que queremos dizer com a descolonização de histórias”.

☝️We owe everything to black women? Regrann from @newwomenspace – Her name is Therese Patricia Okoumou and she goes by Patricia. She is 44 years of age and a personal trainer. She immigrated from Congo more than 24 years ago and is a US citizen. “My heart told me to do it.” She said. “I was thinking of Lady Liberty above me, you are so huge, you have always been a symbol of welcome to people arriving in America and right now, for me under this sandal, she is a shelter.” At one point in the three-hour standoff with police, she took a brief nap. She awoke to police banging on the inside of the thin copper structure. The police officer standing at the top of the ladder introduced himself. “I said, ‘Don’t come up.’” He said, “I care about you.” I said, “No. You don’t. You could shoot me the way you shot #ClaudiaGomez and killed the trans woman, #RoxanaHernández. My life doesn’t matter to me now, what matters to me is that in a democracy we are holding children in cages.” Sleepless in federal custody that night, she says she experienced a strange tranquility. “I felt peaceful, that I was with those children in spirit. I could feel their isolation and their cries being answered only by four walls.” The children she refers to are in the 2000-3000’s who remain separated from their guardians. The Trump administration has admitted it is not sure exactly how many children were separated or how and when they will be reunited. Original Article from @guardian, Joanna Walters in NY “Are they going to Shoot Me?”: Statue of Liberty climber on her anti-Trump Protest – #regrann

A post shared by collective sex (@collectivesex) on

Adoramos o modo como suas histórias ganham vida através de uma mistura de texto, filme, fotografia e pinturas, espalhadas amorosamente por todo o feed do Instagram. Sigam o trabalho fabuloso do collectivesex!

5. @iamlefil

#FollowFriday July 27 5

Le Fil é um artista pop gay, um menino andrógino que desafia as fronteiras entre arte, música e teatro. Ele cresceu em Yorkshire e ainda tem o sotaque super sexy. Ele está atualmente em turnê do show 24/7 ao vivo, levando-o ao Edinburgh Festival Fringe seu talento de 7 a 11 de agosto.

“É um show pop com extras! Adoro cantar ao vivo, dançar e dançar, mas também quero que a música tenha uma mensagem”, diz ele ao Hornet.”

“Esse novo trabalho toca em nossas idéias de gênero, como isso é formado e como isso afeta os relacionamentos… principalmente minhas experiências com os homens lixo, especialmente homens heterossexuais, os que estão fechados!”, Ele diz.

Confira esse vídeo fabuloso de Le Fil filmado no Soho de Londres. É preciso ser mesmo “feroz” para se elevar a um nível totalmente novo.

Read more stories by just signing up

or Download the App to read the latest stories

Already a member? Log in
Português
  • English
  • Français
  • Español
  • ไทย
  • 繁體中文